16/08/2018

Conheça os maiores blecautes dos últimos anos no Brasil

Todos nós somos dependentes da energia elétrica, pois ela é essencial para as nossas necessidades mais básicas. Esquentar comida no micro-ondas, navegar na internet ou fazer atividades no computador são atividades que necessitam de energia. Ficar sem energia é como entrar em modo de espera também nas atividades diárias, concorda?

Os especialistas no assunto afirmam que apagões eventuais ocorrem no mundo todo e têm retorno rápido, em até duas horas. A infraestrutura em torno da geração e fornecimento de energia, embora tenha um aparato gigantesco, também está sujeita a falhas técnicas, acidentes de ordem natural e falhas humanas.

Agora imagine vivenciar um apagão completo por várias horas no seu dia. Certamente, foi o que aconteceu em um passado recente no Brasil, quando apagões foram registrados em diversos estados brasileiros. Não foi possível mensurar o prejuízo econômico causado nas indústrias e na área de serviços. E até o trânsito virou um caos, com semáforos desligados. Vamos relembrar alguns dos maiores blecautes ocorridos no Brasil.

Maiores blecautes brasileiros

1999

Em março, 76 milhões de brasileiros ficaram no escuro, em um apagão que atingiu mais de 60% do território nacional, de tal forma que prejudicou parte do Paraguai. O blecaute foi causado pela queda de um raio na subestação de energia elétrica da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), em Bauru (SP). Essa descarga elétrica teria atingido um equipamento de barramento. O qual funciona para sustentar o peso dos cabos de transmissão de energia, chamado anel de equalização, danificando um isolador pedestal.

2000

Em dezembro, ocorreram dois apagões. O primeiro atingiu o município do Rio de Janeiro, interrompendo o fornecimento de energia à população, afetando cerca de 20% dos habitantes. Similarmente, o segundo, ocorrido três dias depois, atingiu áreas dos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás e Tocantins. O motivo foi o desligamento automático de quatro unidades geradoras da usina de Itaipu após um curto-circuito provocado por falha humana no momento da manutenção de equipamentos na subestação de Ivaiporã (PR).

2002

Cerca de 76 milhões de brasileiros ficaram sem luz em dez Estados em janeiro daquele ano. O blecaute foi causado por um parafuso frouxo na linha de transmissão perto da hidrelétrica de Ilha Solteira (SP). Eventualmente, isso deixou diversos transtornos, causando inclusive paralisação do metrô em São Paulo e outros prejuízos.

2005

Em janeiro, 3 milhões de pessoas foram afetadas no Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais por falha humana em Furnas. Assim, na tentativa de corrigir um defeito no sistema de linhas de transmissão, o mesmo desligou sem motivo aparente. Então, como a terceira linha já estava desligada e com apenas uma linha em operação, o sistema entrou em colapso.

2008

Em março, um apagão afetou 24 bairros da maior cidade brasileira. O blecaute causou verdadeiro caos em São Paulo, de tal forma que acarretou o desligamento de semáforos em importantes cruzamentos da cidade. O apagão foi causado por uma falha na subestação da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP).

2009

Na noite de novembro um apagão causou caos a 18 Estados brasileiros, afetando 70 milhões de brasileiros. Um curto-circuito derrubou três linhas de alta tensão, assim, provocando o desligamento da usina de Itaipu. Como consequência, outras usinas entraram no modo segurança para evitar maiores danos.

2010

Um apagão parcial em fevereiro afetou todos os estados do Nordeste. O blecaute foi causado por interrupção do fornecimento do Sudeste para a região Nordeste. Em dezembro, o município do Rio de Janeiro teve um apagão parcial, de tal forma que deixou a população sem metrô e trens urbanos, além de prejudicar os semáforos em vários cruzamentos.

A falha foi originada na Subestação do Grajaú e, assim, acarretou o desligamento de aproximadamente 1,5 mil megawatts. Isso aconteceu na área de concessão da Light. A falta de um transformador no Grajaú permitiu a propagação do desligamento para a Subestação Jacarepaguá, que também apresentou falhas no sistema de proteção.

Soluções

Para se proteger em situações como essas, há empresas que contam com geradores suficientemente potentes para suportar horas sem energia. Como o casos de hospitais e serviços de utilidade pública. Em suma, o diferencial do nobreak é que ele guarda carga para se manter ligado por alguns minutos. Isso dá tempo suficiente para você salvar alguma planilha ou relatório importante. Sobretudo, você evita que a queda de energia danifique seus equipamentos.

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