01/07/2019

IoT coleta dados para tornar as máquinas cada vez mais inteligentes

Em um vídeo, um dançarino e um robô conectados dançam, onde sensores na máquina identificam movimentos humanos e interagem. Assim foi a analogia utilizada por Sudha Jamthe, CEO na IoT Disruptions e Professora na Stanford University, em sua palestra. Essa, foi realizada pela Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) para fomentar o avanço da aplicação da tecnologia na economia brasileira.

Segundo Sudha, a Internet das Coisas (IOT) torna as coisas comuns ao nosso redor mais inteligentes. “O grande volume de dados coletados podem ser processados para definir a inteligência humana. Isso, nos nos faz questionar o que é artificial sobre a I.A.”, destaca.

O Aprendizado da Máquina

O aprendizado da máquina aplicado às coisas inteligentes modificam a interface homem-máquina. Assim, se a inteligência humana puder ser replicada e a experiência humana puder ser profundamente aprendida por meio dos dados coletados, a barreira entre o homem e a máquina começará a desmoronar. “Os dispositivos de IoT estão sentindo nossos ambientes com computação gestual, sentindo nossas emoções com computação afetiva e personalizando nossas experiências com computação de reconhecimento, assim, estamos ajudando as máquinas a desenvolverem autoconsciência com personalidade e opiniões, para se tornarem nossas amigas, parceiras e até mesmo parte de nossas famílias”.

Possibilidades na IoT

Com essas possibilidades, os dados gerados pelos dispositivos fortalece a construção de uma inteligência cada vez mais assertiva e personalizada. Assim, é possível gerar aplicações, como a tomada de decisões, em tempo real, sobre o andamento da produção. Ou, por exemplo, realizar uma previsão de demanda e até mesmo em negócios B2B.

“A mobilidade da informação é o grande trunfo da IOT. Ela leva a uma inteligência cada vez maior em, por exemplo, administração de cidades, nos transportes, formas de pagamentos e diversas outras aplicações feitas para tornar o dia a dia mais prático, ágil e eficiente. Toda informação coletada é de grande valia para ajudar as empresas a entenderem as necessidades de seus consumidores para, a partir daí, inovarem na elaboração de seus produtos e serviços”, conclui.

Segundo informações de Canal Tech

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