27/12/2019

BNDES aprova projeto de Internet das Coisas para cidades inteligentes

A Internet das Coisas promete revolucionar a indústria e as cidades com a chegada do 5G. Por isso, várias administrações municipais em todo o Brasil vêm buscando a implementação das aplicações de IoT, que já trazem avanços nas áreas da segurança pública, mobilidade, eficiência energética e defesa civil. Agora, o Banco Econômico Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES) aprova um aporte de US$ 2,98 para o setor no país.

Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) pretende implantar quatro casos de uso inovadores em um ambiente real e de grande relevância nacional em Campinas, no interior de São Paulo. Esses testes avaliam as quatro camadas da Internet das coisas (dispositivos, conectividade, suporte à operação e segurança) e são interoperáveis, por meio da utilização da plataforma de código aberto dojot, desenvolvida pelo próprio centro.

Trata-se de um projeto complexo, que contempla várias aplicações IoT destinadas a melhorar a vida do cidadão nas cidades inteligentes. As cidades apresentam desafios tanto para os gestores públicos como para a iniciativa privada, em diversas áreas.

Exemplos de aplicação

Entre os pilotos há um que pretende ampliar a vigilância de áreas da cidade para mitigar situações de risco. Uma dessas aplicações envolve o uso de câmeras de alta definição, com o objetivo de aumentar a produtividade.

Outra frente consiste em um portal de rastreamento de veículos, para aprimorar assim a segurança e a mobilidade urbana. Para isso, a intenção é assim ampliar o número das estações de reconhecimento e identificação de automóveis, a partir de sensores inteligentes conectados via tecnologia sem fio de internet das coisas de última geração.

Além da implantação e integração, o projeto inclui a avaliação dos resultados e impactos da aplicação de IoT na cidade. A intenção é não só validar a tecnologia ou as soluções implantadas, mas também avaliar sua aplicação no ambiente urbano.

Parcerias

O acordo de estudo é realizado para o BNDES e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Isso, por meio do consórcio formado assim pela McKinsey, CPQD e Pereira Neto/Macedo Advogados.

Para atender à complexidade do projeto, os dois pilotos contemplados no plano aprovado pelo BNDES serão conduzidos pelo CPQD. Esses, em conjunto com um ecossistema formado por 15 parceiros nos diversos elos da cadeia da IoT.

Segundo informações de Canal Tech

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